AFRO-COLTRANE

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AFRO-COLTRANE

O projeto Afro Coltrane, que tem à frente o baterista argentino radicado no Brasil, Roberto Rutigliano, busca a mistura dos ritmos africanos às canções originais de John Coltrane.

Ao longo da apresentação, o repertório do mestre do Jazz é revisitado com a ajuda de de bases rítmicas afro-cubanos, como a Santeria e a Rumba, e afro-brasileira, passeando pelo o Samba, o Candomblé e a Bossa Nova.

Além de Roberto Rutigliano, o quinteto é formado por grandes músicos do Jazz Brasileiro. São eles Nivaldo Ornellas (saxofonista que já gravou com Milton Nascimento, Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Toninho Horta); Sergio Barrozo (contrabaixista que já atuou ao lado de Elis Regina, Wilson Simonal e Elizeth Cardoso); Antonio Guerra (pianista premiado pelo festival Mimo) e Didac Tiago (percussionista, diretor do Rio Maracatu).

 

Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam

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Afro Coltrane

O quinteto é formado por Nivaldo Ornellas (saxofonista que já gravou com Milton Nascimento, Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Toninho Horta, entre outros), Antonio Guerra (pianista premiado pelo festival Mimo), Sergio Barrozo (contrabaixista que já tocou com artistas como Elis Regina, Wilson Simonal e Elizeth Cardoso), Didac Tiago (percussionista e diretor do Rio Maracatu), e Roberto Rutigliano (baterista e produtor do grupo).

Rutigliano, que já havia se apresentado no Jazz Club Online com o seu quarteto, conta sobre a importância da música africana associada a ritmos latinos no novo projeto: “A música africana influencia no uso dos ritmos. Nas músicas do nosso repertório, tocamos ritmos da Santeria Cubana, da Rumba Guaguanco, que é um estilo afro-cubano, do Latin Jazz, do Samba e da Bossa Nova. Misturamos, então, as composições de Coltrane com bases afro-cubanas e afro-brasileiras”.

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